Triagem na Origem
Cidadãos e comércios separam resíduos orgânicos crus seguindo diretrizes simples de aceitação, mantendo o material livre de contaminantes.
O Rota Verde combina pontos de coleta físicos inteligentes com controle centralizado em nuvem pela plataforma BioTech, transformando a jornada de descarte em um ciclo econômico rastreável de ponta a ponta.
Cidadãos e comércios separam resíduos orgânicos crus seguindo diretrizes simples de aceitação, mantendo o material livre de contaminantes.
O resíduo é depositado na Smart Bin, que identifica o usuário pelo app Rota Verde e computa a massa depositada em tempo real.
A plataforma BioTech valida a transação e credita o cashback correspondente na carteira digital do participante.
O material é transportado até a central de tratamento, onde recebe um identificador de lote e inicia a compostagem controlada.
O composto orgânico validado é destinado a produtores rurais cadastrados, substituindo ou complementando insumos convencionais.
Cadeias de hortifrutis locais recebem alimentos cultivados com o composto, oferecendo condições especiais de acesso a quem participa do ciclo.
O ciclo só funciona porque cada participante tem um papel claro. O cidadão separa e deposita. A Smart Bin pesa, identifica e registra. A central de tratamento composta e valida. O produtor recebe e cultiva. O comércio local distribui. E a plataforma BioTech observa, registra e audita cada uma dessas transições, sem interromper o fluxo físico do material.
Essa divisão de responsabilidades é o que permite que o sistema escale: uma nova Smart Bin, um novo produtor ou um novo ponto de distribuição podem ser conectados ao ciclo sem redesenhar a lógica de incentivo ou de rastreabilidade — eles apenas passam a gerar mais pontos de dados dentro da mesma estrutura.
Veja o protocolo técnico de coleta, tratamento e validação de cada lote.